Prodentex Odontologia Integrada - Clínica Odontológica em Joinville
(47) 99140-1314Seg à Sex: 9h às 12h - 14h às 19h
Tratamentos Odontológicos

Tratamento de Canal em Joinville

O tratamento de canal remove a polpa inflamada ou sem vitalidade de dentro do dente, desinfeta os canais da raiz e sela esse espaço, para manter o dente natural na boca. Quem procura o procedimento quase sempre chega com dor, e é a causa dessa dor que o tratamento trata.

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O QUE É O TRATAMENTO DE CANAL

Dentro de cada dente, sob o esmalte e a dentina, existe um espaço oco: a câmara pulpar, na coroa, e os canais radiculares, que descem por dentro de cada raiz. Esse espaço é ocupado pela polpa, o tecido vivo formado por vaso sanguíneo e nervo. Tratamento de canal, ou tratamento endodôntico, é o procedimento que remove essa polpa quando ela inflama ou perde a vitalidade, limpa e modela os canais em toda a extensão e preenche o espaço com material selador.

A finalidade é manter o dente natural em função. Sem a polpa, o dente segue preso ao osso pelo ligamento periodontal, continua recebendo irrigação por fora e participa da mastigação como antes. O que ele deixa de ter é a sensibilidade que vinha de dentro, a que responde ao quente e ao frio.

Na Prodentex, em Joinville, o tratamento de canal acontece dentro de uma clínica de odontologia integrada. Isso pesa antes, porque a mesma avaliação olha cárie, gengiva e restauração, e pesa depois, porque o dente tratado ainda precisa da restauração que devolve a forma. Quando o dente já não tem condição de ser tratado, a conversa passa a ser sobre extração e sobre implante dentário.

Tratamento de canal em Joinville: avaliação do dente antes do procedimento, na Prodentex

SINAIS DE QUE O DENTE PODE PRECISAR DE TRATAMENTO DE CANAL

Nem toda dor de dente é caso de canal, e nem todo caso de canal dói. O que separa um do outro é o que aconteceu com a polpa, e quem mostra isso é o exame clínico somado à radiografia.

01

Dor espontânea e latejante

Dor que começa sozinha, sem nada quente ou frio ter tocado o dente, e que costuma incomodar mais ao deitar. É o relato mais associado à pulpite, a inflamação da polpa.

02

Sensibilidade que continua depois do estímulo

A fisgada curta ao gelado é comum e nem sempre é canal. O que muda o quadro é o incômodo que persiste por minutos depois que o estímulo saiu da boca.

03

Dor ao morder ou ao encostar

Dente dolorido à mastigação e ao toque indica que a inflamação passou da polpa e alcançou o ligamento ao redor da ponta da raiz.

04

Inchaço na gengiva, abscesso ou fístula

Inchaço junto à raiz, ou uma bolinha na gengiva que drena, some e volta, a fístula. É infecção que saiu do canal, e pode vir com pouca dor ou nenhuma.

05

Cárie profunda, trinca ou pancada antiga

Cárie que chegou perto da câmara pulpar, trinca e trauma antigo aparecem na radiografia mesmo sem sintoma. Restauração extensa e repetida no mesmo dente entra na mesma avaliação.

06

Dente que escureceu sozinho

Um dente que muda de cor em relação aos vizinhos, sem mancha por fora, costuma indicar polpa que perdeu a vitalidade. A origem é interna, e o clareamento aplicado por fora não alcança essa causa.

O QUE ACONTECE DENTRO DO DENTE

A polpa fica confinada dentro de paredes rígidas de dentina, num espaço que não se expande. Quando ela inflama, o volume aumenta e não tem para onde ir, e é essa pressão sobre as terminações nervosas que produz a dor forte e latejante da pulpite.

A partir daí o quadro segue uma sequência, e é ela que a radiografia e os testes ajudam a localizar.

  • Pulpite reversível: a polpa está irritada, responde ao frio com uma fisgada que cede logo e ainda tem condição de se recuperar. Aqui a conduta costuma ser remover a cárie e restaurar, sem abrir o canal.
  • Pulpite irreversível: a inflamação passou do ponto de retorno. A dor é espontânea e prolongada, e o tratamento de canal deixa de ser uma alternativa e passa a ser o caminho para manter o dente.
  • Necrose e infecção na ponta da raiz: a polpa perde a vitalidade e a bactéria avança pelo canal até o osso, onde forma a lesão que aparece na radiografia. É a fase do abscesso e da fístula, e também aquela em que o dente pode parar de doer, porque o tecido que transmitia o estímulo não funciona mais.
Corte de três dentes: polpa saudável, polpa inflamada pressionada pela dentina e polpa morta com lesão no osso da ponta da raiz

COMO É FEITO O TRATAMENTO DE CANAL

Do diagnóstico ao controle, o tratamento de canal segue seis etapas. As duas primeiras acontecem antes de qualquer instrumento entrar no dente, e são elas que dizem se o canal é mesmo o caminho.

Teste de sensibilidade com pellet gelado no dente, antes de indicar o tratamento de canal

Avaliação, teste de sensibilidade e radiografia

Exame clínico do dente e da gengiva, teste de sensibilidade, percussão e radiografia. É o que mostra se a polpa inflamou e se recupera, se já perdeu a vitalidade e se a infecção chegou à ponta da raiz.

Isolamento absoluto: lençol de borracha e grampo isolando o dente que vai receber o canal

Anestesia local e isolamento absoluto

A anestesia antecede o acesso. O dente é então isolado com lençol de borracha, o isolamento absoluto, que mantém o campo seco e impede que a saliva entre no canal durante o trabalho.

Abertura na coroa até a câmara pulpar, com as entradas dos canais visíveis

Acesso à câmara pulpar

Abertura na coroa até alcançar a câmara pulpar e localizar a entrada de cada canal. Um incisivo costuma ter um canal e um molar costuma ter três ou mais, e encontrar todos faz parte do resultado.

Irrigação do canal com solução desinfetante, alternando com a instrumentação

Instrumentação e irrigação

Remoção da polpa e limpeza do canal em toda a extensão, alternando instrumentação e irrigação com solução desinfetante. É a etapa mais longa, porque o que sobra dentro do canal é o que reinfeta depois.

Cone de guta-percha levado ao canal limpo e seco para o preenchimento

Obturação

O canal limpo e seco é preenchido com material selador, do fundo até a entrada, para não restar espaço onde a bactéria se aloje. A partir daqui o dente está tratado por dentro.

Dente restaurado depois do tratamento de canal, com o acesso selado e polido

Restauração e controle

O acesso é selado e o dente recebe a restauração definitiva, que em boa parte dos casos de dente posterior é uma coroa. A radiografia de controle acompanha como o osso ao redor da raiz respondeu.

A DOR NO CANAL: ANTES, DURANTE E DEPOIS

O tratamento de canal carrega a fama de doloroso, e a origem dessa fama é o estado em que o dente costuma chegar, não o procedimento. Quem senta na cadeira já está com dor há dias.

  • Antes do procedimento: a polpa inflamada incha dentro de um espaço rígido e sem saída, e é essa pressão que produz a dor espontânea e latejante. É o que leva a maior parte das pessoas à consulta.
  • Durante a sessão: a anestesia local bloqueia o dente e o tecido ao redor, e o relato mais comum é de pressão e vibração. Em dente com inflamação aguda o tecido responde de forma diferente, e a anestesia pode pedir complemento, o que é resolvido na própria sessão.
  • Depois da sessão: é comum o dente ficar sensível ao morder por alguns dias, enquanto o ligamento ao redor da raiz se acalma. A orientação e a prescrição saem na consulta, e o retorno confere como o dente respondeu.
  • O que avisar a clínica: dor que aumenta em vez de diminuir, inchaço na face ou febre depois da sessão são motivo de contato no WhatsApp (47) 99140-1314, e não de esperar o retorno já marcado.
Cirurgião-dentista apontando a radiografia panorâmica na tela para a paciente na cadeira

DEPOIS DO TRATAMENTO DE CANAL: RESTAURAÇÃO, COROA E CONTROLE

O canal termina quando o espaço interno da raiz está limpo e selado, mas o tratamento do dente não acaba aí. O que vem depois é o que define por quanto tempo ele segue em função.

O provisório não é o fim

Entre a obturação e a restauração definitiva o dente fica fechado por material provisório, mais frágil e mais permeável. Estender essa etapa é a causa evitável mais comum de reinfecção, porque a saliva volta a entrar no canal já tratado.

Por que boa parte dos dentes pede coroa

O dente chega ao canal já com perda de estrutura, e a abertura de acesso remove mais uma parte. No dente de trás, a coroa da prótese dentária abraça o que sobrou e distribui a força da mastigação.

Faceta não substitui coroa

Dente com canal e pouca estrutura costuma pedir coroa em vez de faceta: a lâmina recobre só a face visível, sem abraçar o que restou. A decisão sai do quanto de dente sobrou.

Quando o dente escurece depois

Parte dos dentes tratados escurece, principalmente os da frente. A origem é interna, do que restou na câmara pulpar, e por isso o gel de clareamento dental aplicado por fora não alcança a causa.

O dente segue vivo no que importa

Ele deixa de responder ao quente e ao frio, porque a polpa não está mais lá. Continua preso ao osso pelo ligamento periodontal, sente pressão e participa da mordida como antes.

O controle radiográfico

A lesão na ponta da raiz não desaparece no dia seguinte: o osso se refaz aos poucos, e a radiografia de controle é o que mostra essa evolução ao longo do acompanhamento.

CANAL OU EXTRAÇÃO: COMO A DECISÃO É TOMADA

A pergunta aparece em quase toda avaliação, muitas vezes na forma de vale a pena. A resposta não é uma regra fixa: é a leitura de quatro coisas no seu dente.

Quanto de dente sobrou
É o primeiro item. O dente precisa de estrutura acima da gengiva para receber restauração ou coroa e aguentar a mordida. Quando quase nada sobrou, o canal trataria uma raiz que não teria como ser reconstruída.
Como estão a raiz e o osso ao redor
Fratura vertical da raiz, reabsorção e perda óssea avançada limitam o que o tratamento endodôntico alcança. A radiografia é o exame que mostra isso antes de qualquer decisão.
O que a extração implica depois
Tirar o dente não encerra o assunto: o espaço muda a mordida e os vizinhos se inclinam com o tempo. Repor exige outro tratamento, e é aí que entram o implante dentário e a prótese.
Dente do fundo também entra na conta
O molar é o dente que mais tritura, e perdê-lo transfere carga para os outros. Não aparecer no sorriso não o torna dispensável, e ele entra na mesma análise dos demais.

TRATAMENTO DE CANAL EM JOINVILLE, NA PRODENTEX

A Prodentex Odontologia Integrada fica na Rua Guanabara, 980, no bairro Guanabara, em Joinville, e atende de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 19h. O agendamento é pelo WhatsApp (47) 99140-1314.

O tratamento de canal é conduzido pelos cirurgiões-dentistas da clínica, sob responsabilidade técnica do Dr. Gabriel May dos Santos, CRO/SC 21226. Quem chega com dor passa primeiro pela avaliação, que é a mesma consulta que olha cárie, gengiva e restauração, porque o dente dolorido raramente é um problema isolado. Nem toda dor é canal: gengiva que sangra com dor difusa costuma começar pela limpeza dental, e dor no fundo da arcada costuma vir do siso, caso de extração de siso.

Sobre valor: nada é fechado antes da radiografia, porque é ela que mostra quantos canais o dente tem e quanta estrutura sobrou para restaurar depois. O custo do plano inteiro, incluindo essa restauração final, sai nessa mesma consulta, com a cobertura do seu convênio já conferida.

Limas endodônticas de calibres diferentes usadas na limpeza dos canais, na Prodentex, em Joinville

PERGUNTAS SOBRE TRATAMENTO DE CANAL

As dúvidas que mais aparecem na avaliação de tratamento de canal, respondidas antes de você agendar.

Qual dentista faz o tratamento de canal?

O tratamento de canal é feito pelo cirurgião-dentista, que é o título legal de toda a profissão. Na Prodentex o caso é avaliado por radiografia e exame clínico antes de o canal ser indicado, e conduzido aqui mesmo na clínica, sem encaminhamento para outro endereço.

Tratamento de canal dói?

A pessoa costuma chegar com dor, e é a causa dessa dor que o procedimento retira. A sessão é feita sob anestesia local, e o relato mais comum durante o trabalho é de pressão e vibração. Dente com polpa muito inflamada anestesia com mais dificuldade, e nesses casos a anestesia é complementada antes de o tratamento seguir.

Dói depois do tratamento de canal?

Desconforto ao morder naquele dente nos primeiros dias é o relato mais comum, porque o tecido ao redor da ponta da raiz ficou irritado, e é controlado com a medicação prescrita. O que não é esperado é dor que aumenta a cada dia, inchaço no rosto ou febre, e isso é motivo de contato com a clínica.

A dor passou sozinha. Ainda preciso tratar?

Na maior parte das vezes, sim. Quando a polpa inflamada evolui para necrose, o tecido que transmitia o estímulo deixa de funcionar e a dor cede, mas a infecção segue avançando pelo canal em direção à ponta da raiz. O mesmo vale para a dor que cedeu com analgésico. A radiografia mostra o que está acontecendo na raiz.

Quantas sessões leva um tratamento de canal?

Depende do dente e do quadro. Dente da frente costuma ter um canal, e molar costuma ter três ou mais, às vezes com curvatura que exige mais tempo de instrumentação. Infecção instalada pode pedir medicação dentro do canal entre as sessões. O número do seu caso é combinado depois da radiografia.

Dá para resolver com antibiótico e não fazer o canal?

O antibiótico chega ao tecido irrigado ao redor da raiz e pode reduzir o inchaço, mas não alcança o interior do canal, que já não tem circulação. A causa continua lá, e o sintoma tende a voltar quando o remédio termina. A prescrição é decisão clínica e entra como apoio, não como substituto.

O dente com canal fica frágil? Precisa de coroa?

Ele fica mais suscetível à fratura, menos pela perda da polpa e mais pela perda de estrutura que a cárie e a abertura de acesso provocaram. Em dente de trás, que recebe a maior carga da mastigação, a coroa costuma ser indicada. Em dente da frente com pouca perda, a restauração pode bastar.

Sobre as coroas, veja prótese dentária.

É melhor fazer o canal ou extrair o dente?

Quando o dente ainda tem estrutura e a raiz está íntegra, manter costuma ser o caminho mais simples, porque a extração transfere o problema para a reposição. Quando sobrou pouco dente ou a raiz fraturou, o canal trataria algo que não teria como ser reconstruído. A radiografia e o exame clínico decidem.

Sobre a reposição do dente, veja implante dentário.

Dente tratado pode voltar a doer?

Pode, às vezes anos depois, por canal que não foi alcançado, por fratura ou por restauração que infiltrou. A conduta costuma ser o retratamento endodôntico, em que o material antigo é removido e os canais são limpos e obturados de novo.

O dente vai escurecer depois do canal?

Pode acontecer, sobretudo quando resta pigmento de sangue na câmara pulpar. É alteração de cor, não sinal de que o tratamento falhou, e tem conduta própria: não se resolve com gel aplicado por fora, porque a origem está na estrutura interna do dente.

Sobre o procedimento de cor, veja clareamento dental.

Quanto custa tratamento de canal em Joinville, e o convênio cobre?

O orçamento é apresentado na avaliação, depois da radiografia, e depende do dente, do número de canais, de haver retratamento e da restauração que vem depois. A Prodentex atende por Uniodonto, SulAmérica, Cielo e Clube Social Saúde, e também em particular, na Rua Guanabara, 980, bairro Guanabara.

Dr. Gabriel May dos Santos, responsável técnico da Prodentex e especialista em Implantodontia e Reabilitação Oral, em Joinville

Conteúdo escrito
e revisado por

Dr. Gabriel May dos Santos

Cirurgião-dentistaCRO/SC 21226

Responsável Técnico

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Se você já tem radiografia do dente ou um orçamento de outra clínica, leve na consulta. Com isso em mãos, a avaliação já diz se o caso é de canal e o que precisa ser resolvido antes e depois. Atendimento por convênio ou em particular, no bairro Guanabara.

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