Prodentex Odontologia Integrada - Clínica Odontológica em Joinville
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Tratamentos Odontológicos

Aparelho Ortodôntico em Joinville

Movimentação dos dentes e correção da mordida com aparelho fixo metálico, estético, autoligado ou alinhador invisível. A indicação sai da leitura do seu caso, na avaliação conduzida pela Dra. Ana Paula Alves, na Prodentex, em Joinville.

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O QUE É O TRATAMENTO ORTODÔNTICO

Ortodontia é a especialidade que corrige a posição dos dentes e a forma como as duas arcadas se encaixam ao morder, que é o que os dentistas chamam de oclusão. O aparelho é a ferramenta dessa correção: aplica sobre o dente uma força leve e contínua, e quem responde é o osso ao redor da raiz, que se remodela aos poucos e deixa o dente ocupar a nova posição.

É por isso que o tratamento leva tempo e não se acelera por vontade: o ritmo é biológico, e força maior não move mais rápido. O que muda de um caso para outro é a distância que cada dente tem para percorrer e o que existe para corrigir além do alinhamento da frente do sorriso.

Na Prodentex, em Joinville, a ortodontia acontece dentro de uma clínica de odontologia integrada. Isso pesa antes, porque a boca precisa estar tratada para o aparelho entrar, e depois, porque parte dos casos combina a movimentação com outros tratamentos.

Aparelho ortodôntico em Joinville: braquetes e fio na Prodentex

BENEFÍCIOS DO TRATAMENTO COM APARELHOS ORTODÔNTICOS

Dente torto é o que se enxerga no espelho, e quase nunca é o problema inteiro. A avaliação olha também o encaixe entre as arcadas, que é o que distribui a força da mastigação.

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Dentes apinhados

Falta espaço na arcada e os dentes se sobrepõem, giram e saem da linha. É o quadro mais comum e o que mais atrapalha a higiene, porque escova e fio não alcançam a face escondida, e por isso a limpeza dental de rotina pesa mais durante o tratamento. Apinhamento acentuado costuma puxar a indicação para o aparelho fixo.

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Espaço entre os dentes

O diastema, conhecido pelo vão entre os dois dentes da frente. Fecha com movimentação, que é diferente de disfarçar o espaço alargando a forma do dente com facetas e lentes de contato dentárias. Espaço grande pede a movimentação; alteração pequena de forma pode ser resolvida pela peça.

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Mordida cruzada

Ao fechar a boca, dentes de baixo passam por fora dos de cima em alguma região. A força da mastigação se distribui de um jeito que não era o previsto e o desgaste tende a ficar irregular. Quando a origem está no osso, a idade em que o caso é visto muda o que pode ser proposto.

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Mordida aberta

Mesmo com a boca fechada, sobra um vão entre os dentes de cima e os de baixo. Aparece mais na frente, e quem sente são a mastigação e a fala. É um dos quadros em que o hábito de empurrar a língua contra os dentes entra no planejamento.

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Mordida profunda

Os dentes de cima cobrem os de baixo muito além do esperado, às vezes escondendo quase toda a coroa. O desgaste da borda dos dentes da frente aparece cedo, e é o quadro que mais atrapalha quem depois quer resolver a estética da frente com facetas.

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Dente ausente ou fora da posição

Perdido um dente, os vizinhos tendem a se inclinar para o vão. A ortodontia devolve o espaço na medida certa antes de o implante dentário entrar, e essa é uma das combinações mais frequentes no adulto. Siso que empurra a arcada entra na mesma conversa.

TIPOS DE APARELHO ORTODÔNTICO

Não existe tipo melhor, existe tipo indicado. O que define é o que precisa ser corrigido, o quanto de movimento o caso exige e a rotina de quem vai usar. Na Prodentex, em Joinville, trabalhamos sempre com aparelhos ortodônticos personalizados, para melhor atender nossos pacientes.

Aparelho fixo metálico: braquetes de aço colados aos dentes de cima e de baixo, ligados pelo fio ortodôntico

Aparelho fixo metálico

Braquetes de aço colados ao dente e ligados por um fio que guia o movimento. É o tipo de maior amplitude de indicação, inclusive em apinhamento acentuado e correção de mordida, e o mais resistente ao dia a dia. Não depende de disciplina, porque não sai da boca. Em troca, é o mais visível.

Aparelho fixo estético: braquetes de cerâmica na cor do dente, com fio fino atravessando as peças

Aparelho fixo estético

Mesma mecânica do metálico, com braquetes de safira ou de cerâmica, que acompanham a cor do dente. Atende praticamente as mesmas indicações. Em troca da discrição, pede atenção com a pigmentação de café, chá e vinho na região das borrachinhas e cuidado no manuseio, por ser material mais frágil que o aço.

Braquete autoligado em detalhe: a trava do próprio braquete prende o fio, sem borrachinha elástica

Aparelho autoligado

Braquete com sistema de travamento próprio, que prende o fio sem a borrachinha elástica. Sem o elástico há menos pontos de retenção de placa bacteriana, o que costuma facilitar a higiene, e a troca do fio na manutenção tende a ser mais rápida. Existe em versão metálica e estética.

Alinhador invisível: placa transparente encaixada sobre os dentes, com a borda acompanhando a gengiva

Alinhador invisível

Placas transparentes feitas sob medida, trocadas em sequência, que o paciente remove para comer e escovar. É a opção mais discreta e a que menos interfere na higiene. Depende de disciplina, porque só trabalha enquanto está na boca, e tem limite de indicação, definido no planejamento.

Contenção fixa: fio fino colado por trás dos dentes da frente depois que o aparelho sai

Contenção

A peça que entra quando o aparelho sai. Faz parte do tratamento e não é acessório opcional: pode ser um fio fino colado por trás dos dentes da frente ou uma placa transparente removível. Sem ela, o dente tende a caminhar de volta na direção de onde veio.

COMO FUNCIONA O TRATAMENTO ORTODÔNTICO

Do primeiro exame à contenção, o tratamento ortodôntico na Prodentex segue seis etapas. Quanto dura cada uma depende do que o caso pede, e isso é dito no planejamento.

Avaliação clínica

Exame dos dentes, da gengiva e da mordida, com a boca fechada e em movimento. É onde se separa o que é posição de dente do que é encaixe de arcada, e onde se verifica se há cárie, gengiva inflamada ou tratamento pendente.

Exames e planejamento

Radiografias e registros do caso mostram o que o exame clínico sozinho não entrega: raiz, osso, dentes por nascer e relação entre as arcadas. É com isso que se define o tipo de aparelho, a sequência de movimentos e a estimativa de duração.

Preparo da boca

Nada é colado sobre uma boca com pendência. Cárie, gengiva que sangra e tártaro são resolvidos antes, porque o aparelho dificulta a higiene. Em parte dos casos a etapa inclui extração, e a indicação é discutida com você antes.

Instalação

A colagem dos braquetes ou a entrega da primeira sequência de alinhadores. É uma consulta mais longa que as seguintes, sem corte e sem anestesia de rotina. Nos primeiros dias há sensação de pressão, sinal de que o movimento começou.

Manutenção

Consultas periódicas para trocar o fio, ajustar a força ou liberar a próxima sequência de placas. É nelas que o ortodontista confere se o movimento segue o caminho planejado e corrige a rota. Faltar à manutenção é a causa mais comum de tratamento que se arrasta.

Remoção e contenção

Com os dentes na posição planejada, o aparelho sai e a contenção entra em seguida. O tratamento muda de fase: deixa de ser movimentação e passa a ser manutenção do que foi conquistado.

ORTODONTIA EM JOINVILLE PARA CRIANÇA, ADOLESCENTE E ADULTO

A ortodontia da Prodentex é conduzida pela Dra. Ana Paula Alves, cirurgiã-dentista especialista em Ortodontia e Ortopedia Funcional. Especialidade, em odontologia, é titulação reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia, com formação e registro próprios: é o que separa o ortodontista de quem faz ortodontia dentro da clínica geral.

Isso importa na pergunta da idade, porque ela junta duas coisas. Orientar o crescimento dos maxilares depende da fase óssea e tem janela. Corrigir a posição dos dentes não tem idade limite. Separar uma da outra é o que a avaliação faz antes de qualquer indicação.

Dra. Ana Paula Alves, especialista em Ortodontia e Ortopedia Funcional, na Prodentex, em Joinville
Por volta dos 7 anos
Idade em que a primeira avaliação ortodôntica costuma ser recomendada, mesmo que nada seja instalado. É quando já dá para enxergar falta de espaço, mordida cruzada e desvio de crescimento enquanto ainda existe osso em formação. Boa parte dessas consultas termina em acompanhamento, e não em aparelho.
Entre 7 e 12 anos, com dentição mista
Fase em que ainda convivem dentes de leite e permanentes, e em que a abordagem pode atuar sobre o crescimento dos maxilares, e não só sobre a posição dos dentes. É uma janela: passada a fase de crescimento, o mesmo quadro passa a exigir outra estratégia.
Adolescência
Com os permanentes irrompidos, entra a ortodontia corretiva, com aparelho fixo ou alinhador. É a fase mais comum de tratamento e a que costuma responder bem, porque a remodelação óssea está ativa. É também a idade em que a escolha entre fixo e alinhador passa pela disciplina de uso.
Adulto, sem limite de idade
O dente se move pelo mesmo mecanismo biológico aos quinze e aos cinquenta anos. A diferença está no suporte: gengiva e osso precisam estar tratados antes. Também é comum que o caso combine ortodontia com prótese, implante ou faceta, e a ordem entre eles é planejada junto.

CUIDADOS APÓS REMOVER O APARELHO DOS DENTES

Tirar o aparelho não encerra o tratamento, encerra a fase de movimentação. O dente tem tendência de caminhar de volta na direção de onde saiu, e isso tem nome: recidiva. A contenção é a peça que segura a nova posição enquanto o osso e o ligamento ao redor da raiz se reorganizam.

  • Contenção fixa: Um fio fino colado por trás dos dentes da frente, que não aparece e não depende de você lembrar de colocar. Em compensação, exige atenção maior na higiene, porque acumula placa na região.
  • Contenção removível: Uma placa transparente que cobre a arcada e que você coloca e retira. Depende de disciplina, e é por isso que o esquema de uso é combinado com o ortodontista e revisto ao longo do tempo.
  • Por quanto tempo: Os primeiros meses são de uso mais intenso, porque é quando o osso ao redor da raiz ainda está se reorganizando. Depois a frequência costuma diminuir, mas a recomendação atual é de uso prolongado, em muitos casos por tempo indeterminado.
  • Acompanhamento depois: A contenção também descola, quebra e se desgasta, e isso costuma passar despercebido. As consultas de conferência e a limpeza de rotina são onde a peça é checada, ainda com tempo de recolocar.
Cirurgião-dentista com lupa de aumento durante procedimento odontológico

PERGUNTAS SOBRE APARELHO ORTODÔNTICO

As dúvidas que mais aparecem na avaliação ortodôntica, respondidas antes de você agendar.

Aparelho ortodôntico dói?

A instalação costuma ser tranquila e não envolve corte nem anestesia de rotina. O que a maioria relata é pressão e sensação de dente dolorido nos primeiros dias, depois da colocação e depois de cada manutenção: é o sinal do movimento acontecendo, e tende a ceder sozinho. Dor fora do comum deve ser avisada à clínica.

Qual a idade certa para colocar aparelho, e existe idade máxima?

A primeira avaliação ortodôntica costuma ser recomendada por volta dos 7 anos, mesmo que nada seja instalado. Idade máxima não existe: o que o tratamento em adulto exige a mais é que gengiva e osso estejam tratados antes de o primeiro braquete ser colado. No adulto, a condição é que gengiva e osso estejam tratados antes de o aparelho começar.

Sobre a decisão de tratar, veja Dentes tortos: quando é só estética e quando é um problema de saúde.

Quanto tempo dura o tratamento ortodôntico?

Depende do que precisa ser corrigido e da distância que cada dente tem para percorrer: alinhar a frente do sorriso é diferente de corrigir o encaixe entre as arcadas. A estimativa do seu caso sai do planejamento, depois do exame clínico e das radiografias, e é revista nas manutenções.

De quanto em quanto tempo é a manutenção do aparelho?

Em intervalos regulares definidos no planejamento, que mudam conforme a fase do tratamento e o tipo de aparelho. Com aparelho fixo, a consulta troca o fio e ajusta a força; com alinhador, libera a próxima sequência de placas e confere o encaixe.

Qual a diferença entre aparelho fixo e alinhador invisível?

O fixo é colado ao dente, trabalha sem depender de você lembrar de nada e cobre a maior amplitude de casos, inclusive apinhamento acentuado e correção de mordida. O alinhador é removível, mais discreto e mais fácil de higienizar, mas só age enquanto está na boca e tem limite de indicação.

A comparação completa está em Aparelho fixo ou alinhador invisível: qual escolher.

O que não pode comer com aparelho ortodôntico?

Com aparelho fixo, os alimentos duros e os pegajosos são os que descolam braquete e entortam fio: gelo, castanha inteira, torrada muito crocante, bala de caramelo e chiclete. Frutas e sanduíches continuam no cardápio, cortados em pedaços menores. Com alinhador não há restrição alimentar, porque a placa sai para comer.

Como escovar os dentes com aparelho?

Depois de cada refeição, e não só de manhã e à noite, porque o aparelho cria pontos onde a placa bacteriana se acumula. Entram na rotina a escova específica para aparelho, o passa-fio para levar o fio dental por baixo do arco e a escova interdental. Quem usa aparelho também costuma precisar de intervalos mais curtos entre uma limpeza e outra.

Preciso usar contenção depois que o aparelho sai, e por quanto tempo?

Sim, e ela faz parte do tratamento, não é um apêndice dele. Sem contenção, o dente tende a caminhar de volta na direção de onde saiu, movimento chamado de recidiva. O regime de uso é definido para o seu caso na consulta em que o aparelho sai, e hoje se trabalha com horizonte longo, não com uma data de alta.

Preciso extrair dente para usar aparelho?

Nem sempre. A extração entra quando falta espaço na arcada para acomodar os dentes na posição planejada, e é uma decisão que sai do exame clínico e das radiografias, não da aparência. Quando o siso é o que empurra a arcada, a avaliação dele entra na mesma conversa.

Sobre o siso, veja a página de extração de siso.

Dá para colocar aparelho com cárie ou com a gengiva sangrando?

Não antes de tratar. O aparelho dificulta a higiene e acelera o que já está em curso, então cárie, gengiva inflamada e tártaro são resolvidos primeiro, e a limpeza de rotina costuma ser a porta dessa etapa. É uma das razões de a avaliação ortodôntica começar por um exame de boca inteira.

A porta dessa etapa costuma ser a limpeza dental.

Quem coloca aparelho: dentista clínico geral ou ortodontista?

Qualquer cirurgião-dentista com registro ativo pode instalar aparelho, mas ortodontia é especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia, com formação e registro próprios. Na Prodentex o planejamento e as manutenções são da ortodontista da clínica, e o que a boca precisa antes, de limpeza a tratamento de cárie, fica com as outras áreas da mesma equipe.

Onde encontrar ortodontista em Joinville para colocar aparelho, e o convênio cobre?

A Prodentex Odontologia Integrada fica na Rua Guanabara, 980, no bairro Guanabara, e atende de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 19h. O agendamento é pelo WhatsApp (47) 99140-1314. A clínica atende por Uniodonto, SulAmérica, Cielo e Clube Social Saúde, e também em particular. O que o seu plano cobre é apresentado na avaliação, antes de o tratamento começar.

Dr. Gabriel May dos Santos, responsável técnico da Prodentex e especialista em Implantodontia e Reabilitação Oral, em Joinville

Conteúdo escrito
e revisado por

Dr. Gabriel May dos Santos

Cirurgião-dentistaCRO/SC 21226

Responsável Técnico

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